5 coisas que aprendi com meus 30 anos

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Toda fase nos ensina alguma coisa. Não adianta, depois de um tempo vemos que até os porres da adolescência tiveram sua importância nesse lance de aprendizado; nem que seja para ensinar que não se deve misturar tequila, vinho chapinha e vodca Natasha numa única noite. Pois bem, a chegada dos temíveis 30 anos traz, ou pelo menos deveria trazer, amadurecimento e alguns ensinamentos:

1) O “e se” não importa

E se eu tivesse ligado? E se eu tivesse falado aquilo que estava pensando? E se eu não tivesse agido daquela forma? Não importa o contexto, todo mundo alguma vez na vida acha que fez alguma coisa errada e se pega pensando no tal do “e se”. O problema é que o “e se” não existe e nada vai mudar por mais que pensemos nele. Ele não vai fazer o tempo voltar ao passado para que possamos agir, falar, ligar ou fazer o que quer que seja que achemos hoje que deveríamos ter ou não feito. Sofrer pelo “e se” é sofrer em vão. O que podemos fazer de concreto é pensar no que aconteceu e tentar aprender com o acontecido e suas consequências para, quem sabe, fazer diferente em uma outra oportunidade.

2) Não adianta forçar quem não quer estar ao seu lado

Dói. Dói muito se apaixonar e não ser correspondido ou continuar apaixonado por quem não te ama mais e já está em outra. Dói lutar por uma amizade quando o outro não valoriza ou não quer que lutemos por ela. A sensação de rejeição é sempre complicada, mas a verdade é que não há nada que possamos fazer. Correr atrás, se rastejar, se desgastar lutando por algo que o outro não quer só serve para desgastar a nós mesmos e dificilmente vai trazer algum resultado. Uma relação, seja ela de que tipo for, só funciona se todos os envolvidos estiverem realmente envolvidos nela. Quem não quer estar ao seu lado e se sente forçado a isso só serve para te puxar para trás.

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3) A sua felicidade não está nos outros

Esse talvez seja um dos mais difíceis de aprender, mas quando nos damos conta de que a nossa felicidade tem que ser colocada nas nossas costas e não das dos outros a gente passa a ser mais feliz e a ter relacionamentos mais saudáveis, com menos cobranças. Cabe a você fazer o que te faz feliz. Cabe a você correr atrás da sua felicidade. O outro pode somar, pode agregar coisas a essa felicidade, mas ele não pode por si só te fazer feliz. E principalmente, a felicidade não está apenas em ter um relacionamento amoroso com outra pessoa. É que a gente foca tanto nisso que muitas vezes acaba esquecendo de ver os outros aspectos, outros pontos de felicidade. E sim, eles existem, mas pra isso você tem que estar disposto a ser feliz e a enxergar a felicidade em todas as suas formas, pequenas ou grandes.

4) Nunca é tarde para mudar

Nunca. Está insatisfeito? Mude. De cidade, de emprego, de relacionamento, do que quer que seja que te faça infeliz. Costumamos ter medo da mudança, eu sei bem disso, mas mudança não precisa ser sinônimo de coisa ruim. A mudança pode nos surpreender, pode nos ensinar coisas novas, nos apresentar novas pessoas, novas ideias, novas formas de enxergar a vida. Claro que é mas difícil quando se tem uma família que depende de você, mas isso não pode ser desculpa para abrir mão daquilo que é o seu sonho, a sua felicidade. Não gosta de algum rumo que a sua vida tomou? Então pare e mude. A sua felicidade agradece!

5) Você não pode resolver todos os problemas do mundo

 Nem você, nem ninguém. A gente mal consegue lidar com os nossos próprios problemas, imagina ter que lidar com o seu e com o de mais um monte de gente? É um convite certo para a insanidade. Por mais que a gente se preocupe com o outro, não dá para sair por aí tentando lidar com os problemas que não são seus. É claro que se o outro te procura e pede uma ajuda, um conselho, você pode e deve ajudar, se for possível. Mas se o outro não enxerga o problema ou não quer ser ajudado, não adianta que você não vai conseguir resolver por ele. Você só vai se desgastar, se estressar e, na maioria das vezes, por nada.

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2 Comentários

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2 Respostas para “5 coisas que aprendi com meus 30 anos

  1. Bia

    Nossa, adorei!

    Eu vivo sempre pensando no “e se”. Que tapa na cara rs.

    • tatyperry

      Que bom que gostou! Acho que o “e se” é o maior problema de quase todo mundo. Ainda escorrego nele de vez em quando, mas tenho tentado ao máximo levar esse aprendizado comigo.

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